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ESTOU FARTO DAS VOSSAS MERDAS!

08-11-2019 - José Janeiro

Estou cansado de ouvir sempre os mesmos argumentos indiciadores da motivação de ódios, de desinformação e de profunda incultura, utilizando essas “armas” para criar divisões nojentas. Sim, começo a ter ódios de estimação, contra essa gente que se aproveita da mentira, da procura de vitimização, da desonestidade e da profunda ignorância, tudo num caldo de falta de respeito pela historia dos países, normalmente locais de acolhimento, em contextos muito específicos da época em que se produziram, escondendo muitas e tantas vezes a raiz dos actos que condenam. Esses actos, produziram-se há mais de 5 seculos em contextos muito especificos e tantas vezes de duvidas por motivações religiosas, esses mesmos actos continuam hoje pelos mesmos motivos religiosos a ser uma realidade, mas não merecem uma palavra desse seres iluminados ditos de esquerda.

Foi noticia por estes dias a altercação entre a denominada activista, gaga, negra, feminista radical e pouco recomendável, jaquina ou dito em criolo Joacine, com o Daniel Oliveira. Para que consigam descortinar a estupidez daquela gaja contemos a historia: O Daniel Oliveira, sobejamente conhecido por ter sido do Bloco de Esquerda, numa cronica do Expresso com o titulo “demasiado pessoal” critica a forma como a jaquina tem conduzido a política do Livre no parlamento e fora dele. A jaquina que se acha a ultima bolacha do pacote, veio replicar “ a sua postura, embora mais polida e mascarada de bom senso, não tem sido diferente da de muitos associados à direita e sua extrema na procura de descredibilização constante do Livre e da minha escolha como cabeça de lista”, isso mesmo, o Daniel Oliveira reconhecidamente de extrema esquerda, é assim acusado de ser de extrema direita, apenas porque expressou a sua opinião. A jaquina divide simplisticamente os que estão com ela e os outros, sendo os do contra rotulados, sempre, de extrema direita, portanto cuidado não critiquem a supra sumo da idiotice, ou serão excomungados para sempre dos locais mais á esquerda e logo apelidados de fascistas ou mesmo Nazis.

Atente-se há ultima estupidez da historiadora selectiva e desinformada:

A jaquina, intitula-se historiadora, com doutoramento em Estudos africanos, só posso imaginar perante este post, que passou na Universidade por ser gaga e ninguém a entendia, ou negra e fez parte das quotas inclusivas, pois uma historiadora confundir um óleo de Domingos Rebelo que evoca a recepção de Vasco da Gama a Calecute, com a histeria habitual do recurso á vitimização do esclavagismo é aberrante e denota a falta de cultura da Jaquina que tem uma visão retorcida, desvairada e desconexa da historia, da qual ela se diz doutora.

Em tempo, já o Mamadou Ba, racista mor do SOS Racismo, que nada mais serve do que para nos chular como assessor do BE, veio, como se lembram, branquear a historia do pais na pessoa do Padre António Vieira, vem esta agora aproveitar-se da exploração comercial do caminho marítimo para a índia para debitar alarvidades.

Mas estes mesmos não sabem ou não querem saber como se comportavam os seus antepassados perante os seus próprios conterrâneos aonde abundam os mais variados exemplos de actos ignóbeis de esclavagismo:

A gravura aqui reproduzida é da celebre rainha Jinga que retrata uma sessão entre o governador João Correia de Sousa e a dita rainha. Ora verificando não haver cadeiras suficientes ordena a uma E-S-C-R-A-V-A, sim, escrava que se ajoelhasse para que se sentasse nas costas daquela, finda a reunião foi interpelada sobre o facto de a escrava continuar ajoelhada, consta-se que terá dito: “já não preciso dela, nunca me sento duas vezes na mesma cadeira”, já que a Jaquina, o Mamadou, a Beatriz do BE e outros imbecis da mesma estripe têm preocupações retardatarias sobre a historia, aqui fica um acto de elevada humanidade da sua brilhante raça, para com os seus semelhantes.

Mas, merece atenção, também o facto dos colaboracionistas negros (só comparados com os similares Nazis contra os judeus), que foram guerrear e escravizar as tribos adjacentes para terem escravos suficientes para comercializar nos entrepostos, isso nada interessa á historiadora jaquina, é assim uma gaga selectiva e uma historiadora também selectiva.

A diferença dos incultos selectivos e dos que se preocupam com a verdade é abismal:

Sim, a escravidão de seres humanos, ainda hoje existente, não foi apanágio só de brancos contra negros, hoje ainda os Árabes a praticam, os Romanos a praticaram para subjugar vencidos, a escravidão não é só inter rácica, mas também entre raças mas isso a historiadora e os outros imbecis não sabem ou não interessa saber, porque se o dissessem a bandeira da hipocrisia caía e deixavam de ter palco para chular o Orçamento do Estado.

Entretanto para completar o ramalhete eis que temos outra jaquina, desta vez uma relatora especial da ONU, uma tal Tendayl Achiume, não sei aonde vão desencantar esta gente, que se intitula defensora dos direitos humanos e que apresentou um trabalho sobre o racismo, mais uma vez na dicotomia negro-branco, argumentando que devem ser pagas indemnizações aos descendentes dos escravos negros (só esses), pela existência da escravidão em tempos idos, tendo afirmado, ser um “remédio holístico e eficaz para aqueles que sofreram um acto ilícito”. Isto está a tomar proporções absurdas.

Entretanto na terra do Mamadou, um antropologista, Tidiane N’Diaye, põe o dedo na ferida recordando que desde há 13 séculos que os Árabes exploram escravos Africanos que compram nos mercados, num claro genocídio, protagonizado por negros que vendem, ainda hoje, os seus conterrâneos aos Muçulmanos, ali são castrados e estropiados e reduzidos á condição de escravatura. Pensa-se que 17 milhões de Africanos, estejam nessa condição de escravatura. Isto a Jaquina, o Mamadou e a Beatriz (estes dois últimos do Senegal) não se preocupam com as suas co-rácicas pessoas. A ignorância e a estupidez é triste e selectiva!

Nojo, mete-me nojo, muito nojo, quando estes idiotas encartados falam das coisas de forma parcelar, pouco informada e mentirosa.

Até para a semana

José Janeiro

 

 

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