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Segunda-feira 20 de Maio de 2019  
Notícias e Opinião do Concelho de Almeirim de Portugal e do Mundo
 

Portugal um país felizmente à beira da extinção!

10-05-2019 - Francisco Pereira

Portugal é um país “sui generis” do ponto de vista da observância da Lei. Em Portugal o Parlamento vomita, arrota, defeca e micta leis em manada, em magotes, ele há leis para tudo, mais as que se transpõem da legislação da UE, contando isso tudo, serão provavelmente milhares de decretos lei, portarias, normas, actos, regulamentos e demais tralha legislativa, que anualmente fazem com que um qualquer pobre leigo se veja literalmente afogado em treta legislativa quando pretende deslindar algum berbicacho.

Portugal dispõe de tribunais de vária instância, habitados por criaturas muito sérias, muito capazes, infalíveis, omniscientes e omnipotentes que dão pelo nome de juízes, são os mestres de cerimónia do espectáculo da Justiça, à volta desce circo voltejam várias criaturas, as mais insignes porque representativas de uma casta superior, movimentam-se qual varejeiras rondando um apetitoso troçulho, são os advogados, os todo poderosos senhores de toda a sapiência nacional.

Com toda esta sacrossanta encenação e demais legislação conexa, era de esperar que os portugueses fossem um povo ordeiro, organizado e legalista, pois isso seria de esperar, acaso em Portugal existe uma maioria de Portugueses, tal não se passa, em Portugal a sociedade é maioritariamente composta de “tugas” que se esperava que fossem um povo normal, infelizmente não são.

O “tuga” seja ele doutor, manga de alpaca ou cavador, branco, azul ou cor de rosa, especializou-se em iludir a Lei, em subverter a Lei, em contornar a Lei, em suma, especializou-se em cagar para a legalidade e fazer as mais das vezes como dá mais jeito e melhor enche o bolso, sempre claro está a despesas do restante grupo da lorparia “tuga”.

O “tuga” é portanto exímio a furtar-se ao cumprimento da Lei, “é só um bocadinho”, “saio já” ou “”estou a trabalhar” são frases fantásticas que fundamentam as mais variadas prevaricações, tudo em Portugal se pode fazer, desde que se tenha uma desculpa qualquer por mais esfarrapada que seja, do estacionar em cima do passeio à pedofilia, tudo em Portugal tem desculpa, até a Justiça arranja desculpas para os bandalhos, ter menos de 21 anos, é desculpa, ser a primeira vez que comete crime, é desculpa, estar bêbado é desculpa, e é assim que isto que parece um país, mas não é, vai andando ao sabor dos sóis e das luas, até que um dia tudo termine.

Em Portugal, o umbiguismo é justificação para quase toda e qualquer prevaricação, o egoísmo narcisista impõe ao “tuga” a preponderância dos seus interesses em detrimento do interesse de qualquer outro ser, muito raramente o “tuga” pensa em termos comunitários, raramente pensa em colectivo, e quando isso sucede por vezes a coisa ganha, porque rara, estatuto mediático, lá aparece na televisão o senhor ou a senhora que trabalha em prol da comunidade porque se preocupa com os seus concidadãos, facto que é realmente raro.

Como exemplo vem de cima, os Governos “tugas” preocupam-se quase nada com quem lhes paga os lautos salários, as suas preocupações são antes perpetuarem-se na cadeira do Poder, dar emprego a familiares, amigos e conhecidos e encher muito o bolso à conta dos restantes “tugas”, que assim servidos desse excelente exemplo o replicam à sua escala.

Felizmente para o Mundo, Portugal é um pardieiro em extinção, duvido que consigamos sobreviver mais do que mais uma centena de anos, daqui a duzentos dificilmente existirão portugueses, os “tugas” porém deverão existir ainda, é importante diferenciar o que é ser Português daquilo que é ser “tuga”, não basta nascer aqui para ser Português, já para ser “tuga” basta ser parido aí num qualquer vão de escada, infelizmente o “tuga” está em maioria, será a maioria, o “tuga” egocêntrico, mal educado, arrogante, patético é a grande realidade disto que se chama Portugal, felizmente um local que se extinguirá naturalmente para bem da humanidade que tem que chegue de gentalha, não precisa de mais!

Francisco Pereira

 

 

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