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Sexta-feira 22 de Março de 2019  
Notícias e Opinião do Concelho de Almeirim de Portugal e do Mundo
 

ESPERMATOZOIDES ESTRAGADOS

15-03-2019 - José Janeiro

E acreditamos nós que aquele foi o espermatozoide mais rápido e supostamente mais esperto que deu origem a estes gajos… imaginemos como seriam os outros! Falta saber como estragaram se por falta de actividade do procriador paterno, que nem deve ter batido umas para renovação do stock colhoal, ou se enferrugou mesmo pela idade, seja como for que estragaram, estragaram senão, quero acreditar, que a proliferação de imbecis é fruto do clima.

O Centro de Estudos Judiciários (CEJ), tem um coordenador de formação muito engraçado, possivelmente quer fazer parte do anedotário nacional e não sabia como, decidiu então pôr-se a jeito, afirmando que se pode citar tudo e mais alguma coisa para “animar” o texto “maçudo” de uma sentença, e dá como exemplo a Bíblia o Alcorão, ou o Asterix, chegando a afirmar que já citou uma tirinha desse brilhante personagem criado por Albert Urdezo e René Gosciny. Confesso que não entendo a necessidade de estas citações quando se produz um acórdão baseado numa lei, mas sei lá deve ser para o folclore, ou para agir em corporação de juízes no sentido de protegerem o ilustre cavernícola Neto Moura. É triste! Eis algumas sugestões de citação: proverbio árabe para violência domestica: quando chegares a casa bate na tua mulher, tu podes não saber porquê mas ela sabe; para um assassino: o arguido até parecia o Lucky Luke a disparar mais rápido que a própria sombra; para um traficante: seria melhor o arguido traficar a poção magica do Panonamix; para um burlão: o arguido teve azar em a policia não ser os Dupont & Dupont do Tintim; e podíamos continuar até ao infinito com imaginação.

Entretanto como as capazes, ou melhor, encalhadas, não querem ficar atrás das mentes brilhantes do CEJ, insurgiram-se contra dois programas do “Quem quer casar com…” pela degradante exposição das mulheres nesses dois reality shows. Não vi, não conto ver, nem me interessa um pouco aquela trampa, mas pelo que soube as mulheres foram para ali de livre vontade, ninguém as obrigou, ninguém as ameaçou e pelo que entendo apenas a “fama” efémera as motivou, logo as (in)capazes, estão ao nível das baboseiras que pelo pouco que li ali se produziram, ou seja, são pessoas desprovidas de cérebro, ou estará ligado ao intestino. Na verdade, é preciso ser muito burgesso para ir engatar umas babes com as mães atrás e receber a sua aprovação, já imagino a noite de núpcias em que a mamã terá que aprovar uma posição diferente da de missionário, não vá o menino ter uma entorse no material reprodutor. Agora é moda, o escandalizarem-se com toda a merda e procurarem uma sociedade que aquelas coisas idealizaram nas suas cabecinhas complexadas. A minha sugestão vai para o “quem quer casar com uma complexada”, para que essas meninas imbecis possam ter a sua oportunidade de conseguirem ter um bom montador.

Ainda dentro deste grupo de gente obtusa descobrimos que haverá uma proposta indicando que constituirá sexo não consentido, mesmo após ter começado a dança. Ora o “pas de deux, trois ó +” apesar de previamente consentido, caso uma das partes, leia-se a mulher, se arrependa pode constituir sexo não consentido e equivalente a violação. Depois admiram-se que fiquem a pintar as unhas na assembleia ou a berrar disparates por clara carência de peso, porque nessas pseudo fêmeas ninguém olha ou toca, por duas razões: por norma são mal f*didas e asquerosas, não despertando interesse em comer aquelas peças mal paridas.

E quando pensávamos que já tínhamos a nossa dose de exposição a imbecis eis que mais uma noticia veio animar e comprovar a elevada capacidade dos imbecis nos surpreenderem: LGBTI+, tinha que ser. O “ataque” cerrado a putos de 11 anos numa escola da margem sul, com uma pretensa palestra sobre igualdade de géneros, mas com pagamento de 50 cêntimos a favor da panilas-organização, foi o ponto surpreendente pela aberração. Sinceramente já referi inúmeras vezes que nada tenho a ver, se apanham na anilha, ou se chupam cricas mutuamente, nada disso me interessa, mas incentivarem putos que ainda não estão sexualmente definidos e ainda estão na fase da descoberta a levarem com estes tipos ou tipas, é numa palavra escabroso e imbecil. Se o objectivo era falar de sexualidade, o que não foi, então estaria bem e deviam estar representadas as diversas opções em termos informativos e as crianças tinham a oportunidade de entenderem as diversas “correntes” inventadas pelo ser humano e a que chamam género, mas deviam chamar apenas e só opção sexual, pois géneros há apenas dois, quer cortem a pilinha, quer atarraxem uma pilinha os cromossomas estão lá imutáveis, mas não, o objectivo foi propagandear a paneleirice e afins, com o argumento da inclusão de putos que podem abafar a palhinha, pegar de empurrão ou lamberem umas cricas. Quem se insurgiu contra tamanha aberração educacional recebeu os mimos habituais, as grilhetas facebookianas e as queixas aos organismos competentes para a igualdade paneleirosa. Esta é a sociedade que os novos donos da verdade se acham no direito de exigir aos demais.

Se isto não é resultado de espermatozoides estragados, só pode ser mesmo da poluição que afecta os neurónios desta gente.

Até para a semana.

José Janeiro

 

 

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