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ÁS VEZES PARECE DIFICIL…

02-03-2018 - José Janeiro

Quem tem a responsabilidade de todas as semanas querer fazer uma cronica para um jornal por vezes depara-se com o problema de escolher um tema semanal, mas depois liga-se a televisão e aquela sensação de insegurança esvai-se.

… e os temas abundam de tal forma que nem sabemos por onde começar!

Mas não podia faltar o que está a acontecer no já célebre Partido do Sortilégio Diabolizado, sim o tal partido do diabo. Ouvi dizer que naquelas igrejas impias e muito dadas ao engodo fazem umas rezas para afastar o mafarrico, inclusive providenciam uns workshops muito bacanas para ensinar o exorcismo completo.

Na verdade o que ali se passa desde o congresso mais parece coisa saída de um filme satírico de terror, tal a trágico-comedia que ali encontramos. Nunca um líder foi tão enxovalhado e tão desesperadamente tratado como persona non grata, ao tentar abandonar o Passismo enquanto politica comprovadamente falhada.

Os órfãos da “brilhante” corrente Passista que se acham neoliberais por definição, mas que acham que essa corrente é equivalente á diabolização da economia e não ao sentido clássico do termo. Estranhamente poucos países aplicaram a tendência iniciada na década de 30 do seculo passado e nunca com sucesso, a ultima vez que tal aconteceu foi com Margaret Thatcher que como bem sabemos de má memoria, aumentou o desemprego, a economia foi fortemente privatizada, com reversões posteriores e a Inglaterra atravessou um período negro com a “dama de ferro”. Com ela, a Inglaterra foi um autentico laboratório de politicas neoliberais com os resultados bem conhecidos na época.

Mesmo sabendo disso o Passismo não deixou de aplicar uma receita que se sabia à partida ser votada ao insucesso e ao experimentalismo, seguindo canonones do FMI que resultaram num mea culpa daquela instituição pelos erros cometidos.

São estes órfãos, que sabem que serão preteridos na próxima escolha do novo líder para “entrarem” nas próximas listas à AR que querem por esse motivo, e não por ideologia, derrubar o novo líder, é portanto um acto de desespero pelo desemprego iminente e não por se acharem afastados da corrente do novo líder, porque se assim não for estamos perante um síndrome da avestruz que resulta em esconder a cabeça na areia esperando que a crise passe.

Nunca se zurziu tanto num líder em tão pouco tempo que me faz recuar no tempo ao discurso do Santana Lopes e o bebe na incubadora.

O país não precisa mais de este lixo de gente, os tais do país está melhor mas as pessoas não notam, os tais diabos perversos, os tais da venda a retalho a qualquer preço, os tais que anunciam virtudes, mas aparecem as desgraças, os tais que acham que as pessoas são números em vez de pessoas, não, não precisamos desses.

Até para a semana

José Janeiro

 

 

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