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HAARP – PELO CONTROLO DO CLIMA MUNDIAL

17-11-2017 - Pedro Pereira

Trinta milhões de dólares são quanto – alegadamente - o Pentágono investiu no projecto Haarp (High Frequency Active Auroral Research).

Trata-se de um complexo tecnológico, constituído por mais de 180 torres com antenas atípicas, situado nas inóspitas terras do Alaska, em Gakoma, concebido para projectar energia radiada na ionosfera, a camada electricamente carregada que se encontra acima da atmosfera da Terra .

É um sistema que funciona ao inverso de radiotelescópio, ou seja, não transmite, só recebe.

As suas potentes emissões de centenas de milhões de vóltios de potência, para a parte superior da atmosfera, actuam como um verdadeiro feixe de calor, aquecendo-a de sobremaneira, provocando assim, uma tremenda ionização de consequências imprevisíveis . Graças ao seu efeito de «espelho», poderá dirigir os seus feixes para qualquer zona do planeta, formando longas ondas que penetram nos corpos físicos – nomeadamente o corpo humano – no solo e nos oceanos.

Criado em 1995 pela CIA, NSA e ONR, utiliza as frequências VHF e UHF, criando campos de ressonância electromagnética de 1,1 Ghz na atmosfera, passível de provocar alterações no DNA e no comportamento humanos.

O projecto foi inicialmente concebido para melhorara as comunicações com submarinos através dos sistemas ELF, ou seja, originalmente foi apresentado como um programa de investigação científica e académica, paradoxalmente gerido pela Força Aérea e Marinha de Guerra dos EUA.

Assim, segundo notícias vindas a lume um pouco por todo o mundo nos últimos anos, incluindo profusamente na Internet, este sistema terá a possibilidade, entre outras propriedades, de controlar o clima do planeta de forma direccionada, ou seja, das regiões que os cientistas deste projecto pretendam. Tempestades, furacões, inundações, tornados e secas, é só escolher, «à la carte».
Porém, a tecnologia em causa pode também ser utilizada para outros fins que não apenas de controlo climático. Segundo consta, trata-se de uma arma que pode igualmente ser usada de forma eficiente para criar terramotos onde desejados.

Como exemplo, em Fevereiro de 1998, respondendo a uma informação da deputada do Parlamento Europeu pela Suécia, Brott Theorin, o Comité do Parlamento Europeu de Políticas de Relações Exteriores, Segurança e Defesa, manteve audiências públicas em Bruxelas, relativamente ao programa Haarp.

A «Moção para Resolução» submetida pelo referido Comité ao Parlamento Europeu considera que o Haarp exerce um profundo impacto nocivo sobre o meio ambiente do planeta, lamentando ainda, a recusa da administração dos Estados Unidos da América em dar respostas públicas relativamente ao projecto em causa, sobretudo, quanto aos perigos que o mesmo representa para o clima.

Nos tempos que correm, não será de todo displicente atentar-se às informações que dão conta desta realidade, sobretudo, porque coincidentemente ou não, desde a data da sua criação que o clima mundial entrou em franca mutação acelerada, com as consequentes catástrofes de dimensões nunca antes assinaladas.

Pedro Pereira

 

 

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