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Quarta-feira 17 de Outubro de 2018  
Notícias e Opinião do Concelho de Almeirim de Portugal e do Mundo
 

II - SINISTRAS CORPORAÇÕES
CLUBE DOS TREZENTOS versus CLUBE DE ROMA

11-08-2017 - Pedro Pereira

O Clube de Roma

A entidade que financia o Clube dos 300 é a Fundação Alemã Marshall , e estas duas associações realizam as suas atividades sob os auspícios da NATO. Na sua maior parte os executivos que integram o Clube de Roma procedem da NATO. Foi o Clube de Roma quem formulou os princípios que esta última organização reivindica como seus, a qual, por intermédio de Lord Carrington, seu destacado sócio, dividiu a NATO em duas fações: um grupo de pressão política e a aliança militar originária.

O Clube de Roma continua sendo um dos braços mais importantes do Clube dos 300 no que se refe à política exterior; o outro é o Grupo Bilderberg.

O Clube de Roma formou-se em 1968 a partir de membros incondicionais do grupo original fundado por HenryMorgenthau, tendo por base uma chamada telefónica do falecido Aurélio Peccei instando a lançar com urgência uma nova campanha com o objetivo de acelerar a planificação do Governo Internacional Único, a tualmente conhecido como Nova Ordem Mundial.

A chamada telefónica de Peccei foi respondida pelos mais subservientes e subversivos planificadores do futuro que se puderam selecionar nos EUA, Suécia, Suíça, França, Grã-Bretanha e Japão.

Entre 1968 e 1972 o Clube de Roma transformou-se numa entidade coesa integrada por neocientistas, globalistas, planificadores do futuro e internacionalistas de várias sensibilidades.

O programa do Clube de Roma consistiu em criar e difundir ideias pós-industriais nos EUA, juntamente com os movimentos de contracultura como aqueles que estavam empenhados na difusão da droga, da revolução sexual, do hedonismo, do satanismo, da bruxaria e do ambientalismo. O Instituto Tavistock, o Instituto de Investigações de Stanford, o Instituto de Relações Sociais e de facto todo este amplo espectro dos centros de investigação de psiquiatria social aplicada, ou contavam com delegados da junta diretiva do Clube de Roma ou desempenhavam uma missão orientadora na tentativa da NATO levar a cabo o que denominavam de «conspiração aquariana».

O Clube de Roma é uma organização coordenadora, uma espécie de casamento entre anglo-americanos e famílias que integram a ancestral Nobreza Negra europeia, em particular a nobreza de Londres, dos Países Baixos, da Dinamarca, de Veneza e de Génova. A chave para o domínio do mundo com êxito, encontra-se na sua capacidade em criar e dirigir atrozes recessões económicas e futuras depressões financeiras.

Possui a sua própria central de inteligência, além ter ao seu serviço agentes da INTERPOL e outras agências policiais. Todos os organismos de espionagem dos EUA cooperam de forma especial com ele, bem assim como a KGB e a Mossad.

Os integrantes desta minoria seleta e secreta apelidam-se de «os olímpicos», uma vez que estão convencidos de igualar o poder dos lendários deuses da mitologia grega. Estão crentes que por direito divino lhes foi encomendado a consecução das seguintes metas:

  1. Estabelecimento de um governo global único, ou Nova Ordem Mundial, com uma Igreja unificada e um sistema monetário comum sob a sua direção;
  2. A destruição irremediável de toda a identidade e orgulho nacional dos Estados debaixo da sua esfera de influência;
  3. O aniquilamento da religião, em particular da religião católica;
  4. O domínio de cada habitante do planeta mediante técnicas de condicionamento psicológico, com o qual se criariam robots humanos;
  5. O fim de toda a indústria e da produção de energia elétrica gerada a partir da energia nuclear, num programa a que chamam «sociedade pós-industrial de crescimento zero». Só serão autorizadas as indústrias de computação e serviços. No caso das empresas norte-americanas - por exemplo - que sobrarem, serão transferidas para países como o México, onde a mão-de-obra – quase escrava - é abundante;
  6. Legalização da droga e da prostituição;
  7. Despovoamento das grandes cidades, em conformidade com o ensaio levado a cabo pelo regime de Pol Pot no Cambodja. Neste aspeto recorde-se que o plano genocida do ditador asiático foi formulado nos EUA por uma das fundações de investigação financiadas pelo Clube de Roma;
  8. Eliminação de todo o avanço científico salvo os que sejam considerados proveitosos para o Clube dos 300. A produção de energia atómica com fins pacíficos é um dos que devem de ser eliminados. As experiências de fusão a frio que se continua a levar a cabo será objeto de campanhas de sabotagem e difamação por parte do Clube e dos seus associados da comunicação social;
  9. Por meio de guerras de limitado alcance nos países desenvolvidos e da aniquilação de parte da população mediante a fome e as doenças nos países do Terceiro Mundo, pretendem reduzir até ao ano de 2050 a população mundial em menos 3000 milhões de seres humanos, que este Clube qualifica de «inúteis consumidores de alimentos»;
  10. Debilitar a fibra moral das nações e desmoralizar a classe operária mediante a generalização maciça do desemprego. Quando diminuam significativamente os postos de trabalho, em virtude das normas introduzidas pelo Clube de Roma com vista ao crescimento zero pós-industrial, os operários, desalentados e desesperados, procurarão refúgio no álcool e nas drogas. A família soçobrará como instituição social. Com esta finalidade, o Instituto Tavistock assinou há poucos anos um plano mestre sob a direção do professor Willis Harmon;
  11. Evitar que os povos de qualquer país do mundo possam decidir do seu destino. Para tanto, serão criadas sucessivas económicas de forma a poderem manejá-las e conformá-las aos seus objetivos. As situações criadas confundirão e desmoralizarão as populações que ante a abun dância de opções ficarão apática s. No caso dos EUA existe um organismo que tem como finalidade gerir as crises. Trata-se da FEMA (Federal Emergency Management Agency) com existência há mais de trinta anos, que em português se pode traduzir por Secretaria Federal de Gestão de Emergências;
  12. Promover os fundamentalistas cristãos, dos quais se servirão para fortalecer o Estado sionista de Israel, colando aos judeus o mito do «povo escolhido por Deus» e contribuindo como elevadas quantias, que os referidos fundamentalistas erroneamente consideram uma causa religiosa que favorece o cristianismo;
  13. Exportar para todo o mundo o ideário da liberdade religiosa com o objetivo de minar toda a religião existente, em particular a cristã. Este facto começou com a teoria da libertação, de origem jesuíta;
  14. Provocar o colapso total da economia à escala mundial, despoletando o caos político absoluto;
  15. Assumir o controlo total de toda a política interna e externa de todos os países que sejam potências económicas e militares;
  16. Outorgar o máximo apoio a instituições supranacionais como a ONU, o FMI, o Tribunal Internacional de Justiça, diminuindo assim a eficácia das instituições nacionais, eliminando-as gradualmente ou submetendo-as à autoridade da ONU;
  17. Infiltrar-se em todos os governos e fomentar a subversão no seu seio, corroendo internamente a integridade das nações que representam;
  18. Organizar um aparelho terrorista de alcance internacional e negociar com os seus agentes cada vez que estes levem a cabo ações violentas;
  19. Tomar o controlo das rédeas do ensino com o fim de levá-lo à ruína mais completa.

Muitos destes objetivos encontram-se já em avançado estado de execução.

O Clube dos 300 conseguiu atingir o seu objetivo de dividir as confissões cristãs. Reuniram um exército de carismáticos, fundamentalistas e evangélicos que apoiam encarecidamente o Estado sionista de Israel.

Pedro Pereira

(continua no próximo número)

 

 

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