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O ESTRANHO «VÍRUS» QUE LEVA BANQUEIROS A «SUICÍDIOS»

05-02-2016 - Pedro Pereira

Tempestades de neve sem precedentes e vagas de frio polar no hemisfério Norte, subida assustadora do nível dos mares, abalos de terra e tsunamis com um infindável cortejo de mortos, feridos e ampla devastação material. Vagas de calor inusitadas, focos regionais de desordem e caos social. Descrença generalizada e perda de respeito pelos poderes públicos e políticos por se encontrarem desacreditados dada a sua prática de trambiques, aldrabices e corrupções. A Justiça formal já foi. Os países da Europa do Sul, nomeadamente a Espanha, Portugal e Grécia, encontram-se mergulhados nas trevas governativas. Países estes geridos por serventuários do sistema bancário internacional que desconhecem em absoluto o que são ideologias políticas, práticas sociais e muito menos o que seja governarem a favor dos povos.

Tudo isto ao mesmo tempo que a elite mundial se prepara para o colapso e morte iminente do sistema financeiro internacional assente no dólar.

Entretanto o governo norte-americano já notificou os maiores grupos bancários como o  Bank of America Corp.,  JP Morgan Chase,  Goldman Sachs Group Inc.,  Citigroup Inc., e  Morgan Stanley, entre outros, para um eminente colapso financeiro ao mesmo tempo que - contraditoriamente - a administração Obama vem assegurando aos cidadãos que a economia está a melhorar.

Sintomaticamente e de forma premonitória quanto aos tempos que vamos vivendo e dos que estão para vir, contam-se por vários os banqueiros de topo e outros a eles ligados que se “suicidaram” até dezembro do ano de 2015, pelo menos…

As mortes começaram no final do ano de 2013.  Nos meses seguintes, como se tivessem sido acometidos por uma peste, executivos de topo das maiores empresas financeiras, foram encontrados mortos de forma insólita.

A comunicação social e as autoridades policiais dos países onde ocorreram as mortes, foram lestas a diagnosticar as causas dos falecimentos, classificando-os de “suicídios”, mesmo antes dos corpos serem autopsiados e os factos serem comprovados. Esta é uma velha estratégia; a de dar destaque a um acontecimento com ênfase num aspeto, desviando a atenção da realidade de forma a ganhar espaço de manobra para assim se poder mais facilmente ludibriar a opinião pública.  Por “coincidência” as empresas financeiras onde os executivos «suicidados» trabalhavam, encontravam-se (desconhece-se se ainda se encontram)  sob investigação por fraudes financeiras potencialmente graves que tem vindo a afetar imensos países, incluindo Portugal, evidentemente, como são os recentes casos do BES e do BANIF.

Os  suicidados:

Passamos aqui a descrever alguns dos casos mais fantásticos neste verdadeiro folhetim de humor negro, como o desaparecimento do repórter David Bird,  na tarde de 11 de janeiro de 2014 sem deixar rasto,  perto de sua casa de Nova Jersey. O repórter era especialista em assuntos de mercados de petróleo e tinha trabalhado na sala de imprensa do  Dow Jones, no  Wall Street Journal  durante 20 anos.  Estava a ser investigado pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado dos EUA, num processo relacionado com a manipulação de preços.

Não obstante intensas buscas empreendidas  por centenas de voluntários, pela polícia local e pelo FBI  após  o seu desaparecimento, Bird não foi encontrado até hoje.

Seguiu-se  William Broeksmit, de 58 anos e nacionalidade  norte-americana,  alto executivo do  Deutsche Bank AG,  muito próximo do seu copresidente, Anshu Jain. Juntos tinham começado as respetivas carreiras no banco norte-americano Merril Lynch e, posteriormente, tinham-se mudado depois para o Deutsche Bank, com o mentor norte-americano de ambos, Edson Mitchell.  Broeksmit (que se havia reformado recentemente) foi encontrado enforcado na sua casa em South Kensington, Londres, em 26 de janeiro seguinte. 

Nesse mesmo dia “suicidou-se” também  Tim Dickenson, diretor da  Swiss Re AG Investimentos, sedeada em Londres. Foi encontrado sem vida no seu apartamento londrino, desconhecendo-se oficialmente as causas da morte.

Eric Ben-Artzi , um ex-analista de risco, foi encontrado morto no dia seguinte (27 de janeiro). Eric tinha estado nos últimos dias na Universidade de Auburn, Alabama, informando que o banco - Deutsche Bank  - teria ocultado 12 biliões de dólares em perdas com o conhecimento dos seus altos executivos, durante a crise financeira.  O Deutsche Bank  e a JP Morgan estavam a ser investigados pela  Subcomissão Permanente de Investigações do Senado dos EUA. Encontravam-se sob a mesma alçada por possível envolvimento na manipulação das taxas de câmbio e suspeita de má conduta nos mercados dos EUA e de Londres.

Gabriel Magee  foi o “senhor que se segue” a ser “suicidado”. Magge era americano, de 39 anos de idade, vice-presidente do  JP Morgan  em Londres. Caiu do 33º andar do telhado da sede europeia desta instituição financeira, em Canary Wharf, Londres, onde trabalhava há dez anos. De acordo com seu perfil no Linkedin, estava envolvido na "arquitetura técnica para supervisão do planeamento, desenvolvimento e operação de sistemas de títulos de renda fixa e derivativos de taxa de juros".

Em estado de choque e estupefata, Nell Magee, a mãe do “suicida”, afirmou num depoimento que o seu filho era "uma pessoa feliz e que estava de bem com a vida".

O “suicida” seguinte foi  Michael Dueker. “Matou-se” um dia após a morte de Magee, na quarta-feira, dia 29 de janeiro de 2014,  tendo o seu corpo sido encontrado perto de Tacoma  Narrows Bridge, no Estado de Washington. Teria "saltado" de uma ponte com quinze metros de altura.

A família que supunha que ele tivesse saído para fazer jogging,  deu o alarme sobre o seu desaparecimento no fim desse dia. Dueker  tinha 50 anos de idade e era economista-chefe da  Russell Investments.

A biografia oficial de Dueker, antes de ingressar na  Russell Investments, refere que foi vice-presidente assistente e economista de pesquisa no Federal Reserve Bank of St. Louis, de 1991 a 2008.  Era um dos economistas de topo, com trabalhos prestigiados sobre previsão das recessões nos EUA.

De acordo com uma reportagem do New York Times, em novembro de 2013, a Russell Investments foi uma das várias empresas que receberam intimações dos órgãos reguladores do  Estado de Nova Iorque, que investigavam o esquema de compra de favores envolvendo os fundos de pensão com sedes em Nova Iorque.

Em suma:

Aquilo que até recentemente era propalado pelos céticos como teoria da conspiração, começa a tornar-se evidente como sendo uma realidade, uma conspiração mundial orquestrada por um grupo extremamente poderoso e influente de indivíduos cuja aspiração é criar um governo mundial alheio a fronteiras nacionais e regionais, perfeitamente obediente aos seus desígnios.

O segundo dos seus objetivos (o primeiro é o colapso económico e financeiro mundial) é obterem o controlo completo sobre todos os seres humanos do planeta, procurando para tanto, reduzir drasticamente a população dos 7 biliões atuais para 5,5 biliões de pessoas, de forma a pôr em prática as teorias Malthusianas.

O terceiro objetivo assenta na limitação da liberdade de expressão, a qual se encontra presentemente debaixo de fogo. As inovações tecnológicas como a Internet, tornaram possível para os cidadãos em todo o mundo comunicar diretamente e de forma rápida entre si, relegando para segundo plano os tradicionais meios de comunicação social detidos pela elite global, realidade que a vem tornando muito desconfortável. Como consequência, em cada dia que passa, a elite mundial faz aprovar novas e mais repressivas leis restringindo o acesso à informação livre através da internet, deitando a mão aos órgãos de informação apetecíveis, chantageando outros e silenciando progressivamente desta forma todos os movimentos de resistência à globalização em curso. 

Neste cenário, a estranha “epidemia” de “suicídios” e afins dos banqueiros é mais um sintoma da marcha para uma nova ordem mundial .

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NOTA FINAL :

Embora aparentemente não haja nexo causal direto entre os falecidos, existem aspetos em comum. A saber:

. Eram indivíduos posicionados no topo de empresas-chave do setor financeiro, com conhecimentos e poder de decisão;

. Os grupos económicos/financeiros que os falecidos integravam foram – eram - protagonistas da crise económica mundial marcada pelo Crash de 2008;

. Os mortos foram encontrados em cenários que aparentavam suicídio, sem que no entanto tivessem sido reveladas provas definitivas de tal, mas tão só indícios circunstanciais.

. A maior parte dos «suicidados» eram quadros da JP Morgan.

Lista de banqueiros mortos de forma insólita entre 2013 e 2015 em PDF »»

 

 

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