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PANDEMIA DE FOME E DE MISÉRIA

31-07-2020 - Pedro Pereira

Numa primeira etapa, foi implantada uma mentira governamental a nível mundial sobre um vírus mortal, que a Organização Mundial de Saúde crismou de COVID-19.

A decisão da implementação de um bloqueio a nível global visando o colapso da economia mundial, foi deliberada na conferência do Fórum Económico Mundial realizado em Davos, entre os dias 21 a 24 de janeiro de 2020. Na sua sequência, em 30 de janeiro, a OMS declarou o COVID-19 uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (PHEIC- Public Health Emergency of International Concern).

Na referida data eram somente conhecidos 150 casos de COVI-19 fora da China, pelo que de forma alguma se justificava o motivo para a declaração de uma “pandemia” pelo Dr. Tedros, diretor-geral da OMS. Não obstante, em 11 de março, a referida criatura transformou o PHEIC numa pandemia, que constituiu a palavra mágica para o início da implementação de um “Plano Global” cozinhado com sinistros objectivos.

Era necessária a declaração de pandemia como pretexto para interromper e fazer colapsar as sociedades e a economia mundial.

Um dos últimos movimentos preparatórios para a “pandemia” foi o Evento 201, realizado em Nova York em 18 de outubro de 2019, que foi patrocinado pelo Centro Johns Hopkins de Saúde Pública, pela Fundação Bill e Melinda Gates (BMGF) e pelo Fórum Económico Mundial (WEF), o clube dos ricos e poderosos que se reúne sempre no mês de janeiro em Davos, na Suíça. Nele participaram várias multinacionais farmacêuticas, dedicadas em especial a vacinas, assim como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA e da China.

Um dos objetivos do Evento 201 foi uma simulação por computador de uma pandemia de coronavírus (recorde-se que há registos de coronavírus desde 1930). Ao vírus simulado foi-lhe dado o nome de SARS-2-nCoV e, posteriormente, 2019-nCoV.

Os resultados da simulação foram desastrosos, matando 65 milhões de pessoas em 18 meses e afundando o mercado de ações em mais de 30% – causando desemprego e falências incalculáveis. Precisamente a realidade que estamos a viver, excepto a elevada mortandade da simulação.

O cenário da Etapa de Bloqueio saído do Evento 201, prevê uma série de acontecimentos englobados num esquema totalmente criminoso. Partes do cenário são:

- Um programa de vacinação global, provavelmente através da vacinação obrigatória de 7 biliões de pessoas;

- Enorme redução da população, um plano de eugenia, em parte, através de vacinação e outros meios;

- Identificação electrónica para todas as pessoas do planeta, em forma de um microchip, possivelmente injectado junto com a vacinação obrigatória, microchip que pode ser carregado remotamente com todos os dados pessoais;

- Dinheiro digitalizado, sem mais dinheiro físico;

- Lançamento universal de 5G, seguido posteriormente por 6G,

Conducente, sobretudo, a um controle total de todos os indivíduos a nível global. Para levar avante este plano, são necessárias ondas electromagnéticas de alta frequência. Portanto, a implantação do 5G é uma obrigação, não importa qual seja o impacto na saúde sobre os seres humanos, na fauna e na flora, e tão pouco importa como possa influenciar os contágios virais, como poderá ser o caso do atual COVID19.

A OMS permanece silenciosa, apesar de admitir que nenhum estudo oficial independente foi realizado sobre os perigos do 5G e dos campos electromagnéticos em geral. Refira-se que cerca de metade do orçamento da OMS provém de fontes de interesse privado, principalmente da indústria farmacêutica, assim como outras, como os gigantes das telecomunicações. Fora o colapso do mercado de ações, a quase universal e injustificada quarentena, o bloqueio total ou parcial de todos os negócios, pequenos ou grandes restaurantes, hotéis, construção, turismo, linhas aéreas, transportes, fábricas de processamento de alimentos, todas estas actividades económicas e muitas outras, continuam indefinidamente a laborar em moldes provisórios e indefinidos.

Trabalhadores são demitidos ou reduzidos ao trabalho em part time, o que significa remuneração reduzida a meio tempo, não obstante as despesas individuais e familiares não serem reduzidas a meio tempo.

A pobreza, a miséria e o desespero vêm instalando-se de forma avassaladora. Não se vê futuro no horizonte. A taxa de suicídios tem vindo a aumentar desenfreadamente, especialmente entre os mais jovens, incluindo em Portugal. Famílias desfeitas. Aumento dos sem abrigo e aumento exponencial daqueles que recorrem às IPSS’s para se alimentarem.

Na Europa, estima-se que pelo menos um terço a 50% ou mais da força de trabalho, dependendo do país e da estrutura da força de trabalho, esteja desempregada ou reduzida a tempo parcial. Este é apenas o começo do que está para vir a partir do Outono próximo. As falências aumentam brutalmente.

No Sul da Europa e nos países em desenvolvimento, um terço – ou mais - da economia é informal. Trata-se de trabalhadores de curto prazo, com vínculos de trabalho precário, literalmente entregues aos caprichos do “mercado”. Agora que o mercado colapsou... Sem trabalho, sem dinheiro para pagar comida, aluguer de habitação, medicamentos… e ainda assim há governos que ordenam que os cidadãos fiquem “em casa” de quarentena, para se protegerem de um vírus que só mata uma ínfima minoria dos contagiados. mas os governos e a comunicação social (a que é sustentada por esses governos) necessitam de ter a certeza de que as populações estejam aterrorizadas face a um perigo duvidoso.

Para esses governos, o terror é “a alma do negócio”.

Mantenham distância social, não se reúnam. Fiquem bem longe uns dos outros porque a “infecção” pode-se espalhar. Há que manter a propaganda terrorista bem activa.

A fome avança sobre os mais fracos, já portadores de patologias complexas e, portanto, mais propensos a doenças e a morrer rapidamente, não do COVID19, mas da fome, da miséria, da falta de esperança no futuro. Claro que essas mortes serão automaticamente atribuídas à pandemia do coronavírus, de acordo com as ordens dos governantes. Aliás, em Portugal desde Março que só são noticiadas de forma perversa e cínica, mortes por covid.

Pedro Pereira

 

 

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