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Terça-feira 27 de Outubro de 2020  
Notícias e Opinião do Concelho de Almeirim de Portugal e do Mundo
 

PREPOTÊNCIA

24-07-2020 - Henrique Pratas

No dia de ontem presenciei por estas bandas mais um acto de prepotência, numa loja da NOS, na Avenida da República.

Era final de tarde e eu precisava de um cartão de memória, liguei primeiro para o Serviço de Apoio ao Cliente, que em vez de me dar a informação correta me dá, como já estamos habituados a informação incorrecta, nada que não se ultrapasse no ato da compra.

Eu por norma não gosto de me deslocar às lojas porque normalmente as coisas não correm bem porque quem lé está em vez de servir os clientes que contribuem para lhes pagar o vencimento são normalmente arrogantes e mal-educados, foi o que aconteceu ontem.

Cheguei há loja por volta das 17h30m, entrei tirei uma senha e esperei a minha vez a loja não estava cheia antes pelo contrário tinha mais empregados do que clientes, sentei-me no sofá e eis senão assisto a um ato de prepotência de uma “menina” mal-educada, estava uma senhora de uma respeitável idade já de bengala e sentada num sofá a uma distância de segurança considerada razoável, quando de uma forma intempestiva, malcriada e arrogante dirige-se para o local onde a senhora estava sentada e diz-lhe a senhora ou põe a máscara ou eu coloco-a imediatamente na rua. Faço-vos notar que a senhora estava ao telemóvel a falar com alguém e como essa pessoa não ouvisse bem baixou ligeiramente a máscara para que fosse ouvido, na minha opinião não era motivo nem razão para tamanho desaforo, não me meti, só pensei se fosse comigo isto dava para o torto.

Apareceu o meu número de senha para ser atendido dirigi-me ao balcão nonde estava o funcionário coloquei-me à distância que estava marcada no chão e nada de mal ocorreu até ao momento em que procedia ao pagamento através de Multibanco porque aí tive que me aproximar mais porque o dispositivo não chegava onde eu estava a dita “menina” salta de onde estava sem fazer nada e começa com uma conversa comigo para eu me afastar que senão me põe na rua e me tira o cartão esticando o braço, só lhe disse já com o meu braço direito levantado, atreva-se, depois não lhe deixei de dizer que era eu que contribuía para o vencimento que auferia, mas fui mais longe porque observo tudo e uns instantes antes de ser atendido, como os funcionários não tivessem nada que fazer concentraram-se todos perto do espaço de trabalho da “menina”, eram uns 6 ou 7 num espaço exíguo, quando ela disparatou comigo, disse-lhe de imediato, “ pois há instantes atrás quando estiveram juntos 7 colegas seus junto do seu exíguo espaço não houve nenhum problema”, aí a “menina” foi aos píncaros e não me deixou de me dizer que se era eu que lhe pagava o vencimento, que lhe pagasse os prémios em atraso, aí já não lhe dei conversa tratei da minha vida e vim-me embora, esqueci-me de escrever o nome e de pedir o livro de reclamações, mas quando cheguei a casa apresentei a devida reclamação, mas também pensei para comigo se vamos fazer reclamações de tudo o que não está correto e de comportamentos como este que lhes descrevo não fazemos outra coisa do que estar sentado no computador a escrever.

Descrevo-vos este episódio porque começo a notar que algumas pessoas incluindo estas do atendimento ao público, de segurança e outros que se movimentam nesta esfera puxam pelos seus galões de uma forma que considero exacerbada, despropositada e desmesurada, julgo mesmo que alguns deles se não a maior parte, podem ser considerados como afectados pelo vírus, com principal incidência no cérebro.

Já toda a minha gente emite opiniões dá ordens como se deve proceder e substituem-se às forças de segurança e fazem cumprir as regras emanadas pela Direcção-Geral de Saúde sem saber o que dizem, mas dizem aos outros para executarem o que pensam se está certo ou errado isso é outra questão.

Atingidos estes níveis de prepotência, é um sintoma na minha opinião que esta sociedade vai ficar bem pior, se é que isso é possível.

Vamos de mao a piao……….

Henrique Pratas

 

 

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