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Paulo Gonçalves sai em liberdade e José Silva fica em prisão preventiva

09-03-2018 - JN

Paulo Gonçalves, assessor jurídico do Benfica, fica em liberdade e proibido de contactar os restantes arguidos no âmbito da operação "e-toupeira".

Após o primeiro interrogatório judicial, o assessor jurídico da SAD benfiquista está indiciado por corrupção ativa e quatro crimes de violação do segredo de justiça, estes em coautoria com o técnico informático José Silva.

José Silva, funcionário do Instituto de Gestão Financeira, a trabalhar no departamento de informática dos tribunais de Fafe e Guimarães, vai continuar detido e a aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, de acordo com o despacho da juíza Cláudia Pina.

Está indiciado de um crime de corrupção passiva, favorecimento pessoal, peculato, burla informática, falsidade informática, nove crimes de acesso ilegítimo e mais quatro crimes de violação de segredo de justiça, estes em coautoria com Paulo Gonçalves.

Na terça-feira, a Polícia Judiciária deteve José Silva e Paulo Gonçalves, assessor jurídico do Benfica, no âmbito da operação "e-toupeira", depois de ter realizado 30 buscas nas áreas do Porto, Fafe, Guimarães, Santarém e Lisboa, que levaram à apreensão de relevantes elementos probatórios.

A investigação, iniciada há quase meio ano pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção, averigua "o acesso ilegítimo a informação relativa a processos que correm termos nos tribunais ou departamentos do Ministério Público a troco de eventuais contrapartidas ilícitas a funcionários".

As medidas de coação foram conhecidas na quarta-feira cerca das 22.30 horas.

 

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