| Comunicação do Movimento Partido Ibérico
31-03-2017 - N.A.
O mPI em Portugal e o Íber em Espanha, na defesa da causa que advogam por uma P enínsula Ibérica mais C oesa, Fraterna , S olidária, Justa e P róspera, tem vindo a propor algumas políticas de fundo nas mais diversas áreas, crentes de que com critério, quando implementadas, as mesmas serão conducentes a uma mudança para uma vida melhor dos povos i béricos, de forma indelével e justa. Assim, no que concerne ao plano para uma solução rodoviária Ibérica Integrada e no que respeita à região da Estremadura Espanhola – Beiras, exigimos:
- A imediata abertura da EN230, entre Pedras Lavradas e Teixeira: condicionada há mais de dois anos e desde há um ano e meio cortada, ligação fundamental e única, entre a Beira Interior e o Litoral de Portugal. Situação altamente lesiva para toda a comunidade da Cova da Beira, a que parece não importar e até ser alheia por parte dos poderes constituídos, investidos que estão de poder para acabar de imediato com os transtornos, prejuízos e sofrimento de imediato das populações ;


- Em complemento, a proposta do mPI, é a de estender a referida interligação à zona norte de Coimbra com perfil de auto-estrada.

Como se pode comprovar, esta é uma ligação natural, lógica e indispensável, que depois de efectuada irá aproximar o centro-sul da península ao Atlântico. Por outro lado, ao concluir-se esta ligação , as zonas desprotegidas, desertificadas, esquecidas, etc . do interior-centro de Portugal serão, finalmente, contempladas com alguma dose de coesão territorial que mudará para sempre a facilidade de acesso a uma perspetiva de vida e de desenvolvimento económico, justa e racional, o que, despropositadamente e à revelia dos interessas das populações tem sido negado à região do interior-centro de forma inusitada e incompreensível.
Todos sabemos que o asfalto por si só não faz a diferença, mas, a facilidade com que promove a mobilidade, rapidez e conforto nas deslocações, proporciona um meio privilegiado de movimentação de pessoas, mercadorias, bens, cultura e conhecimento. Isto é, uma sociedade mais viva, mais integrada e mais humana e desenvolvida.
Entendemos que é esse o destino dos esforços e sacrifícios das sociedades : o de elevar o nível de vida dos povos. Em suma, do bem comum.
Paulo Gonçalves Ramón Lara
Voltar |