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Fórum de Davos em 2017 será maior de todos os tempos, segundo organizadores

20-01-2017 - N.A./Globo/ECO

Mil e duzentos presidentes de empresas deverão participar do maior evento económico do mundo.

A edição de 2017 do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, promete ser a maior reunião de todos os tempos desde o início da sua fundação, em 1971. De acordo com dados da organização, já se registaram mais de 3 mil participantes de 100 países diferentes, incluindo 1.200 presidentes de empresas. Há expectativa também de participação de 300 agentes públicos e mais de 50 chefes de Estado e de governo. O evento começou dia 17 e vai até o dia 20 de janeiro.

O Fórum, que é realizado anualmente, reúne líderes mundiais para tratar de temas de interesse global, como o crescimento, por exemplo. Muito concorrido todos os anos, o evento costuma atrair ainda mais interessados em épocas de maior crise e incertezas globais. O evento de 2009, quando o mundo ainda passava pela fase aguda da crise financeira internacional, foi um dos mais movimentados até hoje.

O Fórum, que é realizado anualmente, reúne líderes mundiais para tratar de temas de interesse global, como o crescimento, por exemplo. Muito concorrido todos os anos, o evento costuma atrair ainda mais interessados em épocas de maior crise e incertezas globais. O evento de 2009, quando o mundo ainda passava pela fase aguda da crise financeira internacional, foi um dos mais movimentados até hoje.

Actualmente, há muitas incertezas no mundo, principalmente após a vitória do republicano Donald Trump, nos Estados Unidos, que toma posse exactamente no dia do encerramento oficial de Davos. Também há muitas dúvidas sobre o rumo da União Europeia, principalmente depois que o Reino Unido optou, por meio de um referendo, deixar o bloco, o chamado Brexit. O início das negociações sobre a separação está previsto para ocorrer nos próximos meses e já vem sendo motivo de embates retóricos entre os países da UE. Além disso, o ano é de eleições no continente, com destaque para os confrontos nas duas maiores economias da região, Alemanha e França.

Quem vai a Davos 2017, a começar pela Shakira

A cantora colombiana Shakira vai a Davos. É a personalidade menos comum num leque de intervenientes que vai de Costa a Lagarde, de Guterres a Schäuble.

Shakira vai a Davos entre 17 e 20 de janeiro. Pode parecer um nome estranho para um encontro do Fórum Económico Mundial, mas há uma razão: a cantora vai receber um prémio entregue a personalidades, de vários quadrantes, consideradas exemplares na liderança a nível global.

A biografia no site dos speakers de Davos refere o papel de Shakira enquanto embaixadora da boa vontade pelo Governo colombiano, trabalho que lhe vale um prémio no encontro de 2017. Mas há outra ida inédita à cidade da Suíça: o Presidente chinês, Xi Jinping, vai com uma delegação chinesa sem precedentes.

Ao todo, Davos 2017 vai ter uma participação recorde de cerca de três mil dirigentes económicos e políticos mundiais. Entre eles vão estar, pelo menos, três portugueses:

António Guterres enquanto secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Costa enquanto primeiro-ministro participou na quinta-feira, 19, no painel “Shaping a national digital strategy”, sobre como a aposta na digitalização está a marcar os países, numa reflexão que também terá em conta as questões de privacidade, segurança e desenvolvimento de competências. de Portugal e Pedro Rodrigues de Almeida enquanto membro do Comité Executivo do Fórum Económico Mundial. Mas há muito, muitos mais.

China vai estar em destaque em Davos com participação recorde

Xi Jinping vai ser o primeiro Presidente chinês a participar no Fórum Mundial de Davos, que este ano espera cerca de 3000 líderes mundiais.

O 47.º Fórum Mundial de Davos, que decorre de 17 a 20 de janeiro, terá este ano uma participação recorde de cerca de 3.000 dirigentes económicos e políticos mundiais, incluindo o Presidente chinês, Xi Jinping.

Este ano, o Fórum tem como lema “uma liderança recetiva e responsável”, anunciou hoje Klaus Schwab, fundador desta iniciativa que atrai todos os anos milhares de pessoas a Davos, na Suíça, uma localidade com 12 mil habitantes e situada nos Alpes a uma altitude de 1.550 metros.

“O interesse fundamental da reunião deste ano está numa delegação chinesa sem precedentes, que será liderada pelo Presidente, Xi Jinping”, declarou à AFP Schwab.

“Sem dúvida que também haverá grande interesse em questões como o ‘Brexit’ e o futuro da Europa“, acrescentou. Theresa May, primeira-ministra britânica, deverá participar no Fórum, de acordo com a lista de participantes divulgada hoje à imprensa. Segundo Schwab, os participantes vão também abordar muitas questões “ligadas à chegada da nova administração norte-americana”.

Donald Trump toma posse como Presidente dos Estados Unidos a 20 de janeiro, último dia de debates em Davos. Anthony Scaramucci, que faz parte da equipa de transição de Trump, será o representante da nova administração no Fórum. Uma delegação da equipa do Presidente cessante dos Estados Unidos, Barack Obama, estará também em Davos, liderada pelo vice-presidente, Joe Biden, e incluindo o secretário de Estado, John Kerry.

Sobre o tema desta edição, a responsabilidade dos líderes, Schwab indicou que é preciso analisar as causas do descontentamento dos povos, “saber o porquê de as pessoas estarem zangadas e insatisfeitas”.

O novo secretário-geral da ONU,António Guterres, também vai estar em Davos, bem como ministros em representação de 70 países, incluindo todos os do G20.

O mundo dos negócios vai estar representado por directores-gerais de cerca de mil empresas, entre os quais os chineses Jack Ma, fundador do grupo Alibaba, e Zhang Yaqin, presidente do Baidu, o ‘Google chinês’.

N.A./Globo/ECO

 

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