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Conselho Nacional da Confederação (CPCCRD) de 12 de Março

18-03-2016 - N.A.

Realizou-se, ontem, na Sede da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura. Recreio e Desporto, (CPCCRD), o Conselho Nacional da Confederação, onde, na parte da manhã, se realizou também a apresentação do Nº 2 da sua revista, Análise Associativa.

Casa cheia, fez-me recordar o Lema do Clube do Sargento da Armada, Um Clube Vivo é um Clube Participado. - Ver fotos do Conselho e apresentação da revista.

O Relatório e Contas, que a direcção apresentou é um documento importante, onde é relatado toda a vastíssima actividade desenvolvida pela Confederação, ao longo do ano de 2015, o qual, após viva discussão, foi aprovado por unanimidade e aclamação. De referir que aquela actividade foi desenvolvida num quadro muito difícil, como bem lá foi salientado por um dos dirigentes.

Está de parabéns o Movimento Associativo por ter á sua frente, homens de princípios e valores, temperados pela luta associativa, dedicados às suas colectividades e seus associados, sem nada receberem em troca, a não ser a satisfação do dever cumprido.

Em seguida passou-se à discussão sobre as principais preocupações da Confederação – A estratégica a levar ao Congresso de 9 de Abril.

a) -- O sistema de financiamento da estrutura confederada é um dos problemas que, neste momento, já está a condicionar muito o funcionamento de toda a estrutura, principalmente, o funcionamento da própria confederação.

b) -- A equipa e o programa de acção a levar ao congresso.

Sem fundos e sem quadros não há instituição que resista

Era o que me dizia o meu “mestre” quando eu, ainda jovem ( moço), após me ter feito sócio do “Centro Republicano Aljustrelense”, me convidou para fazer parte da comissão cultural. Comissão para realizar iniciativas para atrair jovens que, com o convívio e a actividade, se deveriam conquistar para sócios e, claro, com mais sócios e mais iniciativas, se conseguirão mais fundos, pois sem sócios e sem fundos nenhuma colectividade existirá. Verdade cristalina para os anos 50 do século passado, como para os dias de hoje.

Na apresentação da revista, quem tratou do artigo sobre o estatuto do dirigente associativo, deixou bem claro como se consegue e se defende os direitos. É pela Luta e pela unidade do colectivo que lá chegamos. E o que dizer daquela apresentação de colocar a arte ao serviço do avanço do conhecimento, sem esquecer, claro, daquela excelente apresentação da própria revista.

Por fim, a convicção e a confiança que o Congresso de 9 de Abrir saberá encontrar as respostas para o MAP prosseguir e se reforçar.

 

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