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SNS volta a níveis pré-pandemia, mas falta recuperar o que a covid-19 suspendeu

04-03-2022 - Sapo24

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) conseguiu, em 2021, voltar aos níveis pré-pandemia, com mais de 613 mil cirurgias e 12,4 milhões de consultas hospitalares, mas faltou recuperar o que a pandemia de covid-19 suspendeu em 2020.

Os dados assistenciais disponíveis no portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) antes da atividade hospitalar de 2021 não afetar o mesmo nível de 2019, mas mostram que compensou mais de um milhão de consultas hospitalares a menos impostas pela suspensão da atividade não urgente.

Nas consultas hospitalares a realidade não foi toda igual: comparando o ano passado com o de 2019, houve menos primeiras consultas (-48.223) e só se conseguiu fazer chegar o valor total ao nível da pré-pandemia com as consultas subsequentes (8.898.576) em 2021, mais 53 mil).

Nos Cuidados de Saúde Primários (CSP) a quebra também foi abrupta no primeiro ano de pandemia. Em 2021 os serviços já mencionados em valores ainda-mais, mas, por exemplo, nas consultas individuais os números estão longe dos valores pré2019 os dados oficiais indicam para mais de 20,7 consultas presenciais, enquanto em 220 este valor se ficou pelos 14,5 milhões.

milhões, esta diferença foi compensada pelas consultas não presenciais, que mais do que duplicaram em dois anos de pandemia: em 2019 fizeram-se 9,2 e em 2021 foram mais de 20,1 milhões.

Um estudo apresentado pelo Movimento Saúde em Dia, constituído pela Associação Portuguesa dos Médicos Hospitalares (APAH) e Roche, indicava que nos dois anos de novembro foram apresentados 14 milhões de consultas médicas feitas nos centros.

Nas cirurgias os números de números não foram atingidos no ano passado também já atingiram os valores pré-pandémicos, mas compensaram os 100 mil que, segundo a APAH, foram realizados no primeiro ano da pandemia (2020).

Além de compensar a atividade assistencial que não foi prestada, a APAH tem igualmente a atenção para a necessidade de recuperar em áreas que foram chamadas a prioritárias.

Mas um condicionamento pode ser mais fácil de recuperar do que um diagnóstico, que se feito tardiamente pode consultar como hipótese de tratamento do doente.

Aliás, atrasos de saúde que têm dados de que os doentes chegam às consultas em muitos padrões de saúde.

Os dados divulgados pelo Saúde em Diavam apontados mais de 4.400 cancros por diagnóstico por causa da redução dos padrões definidos pela pandemia.

A informação relativa aos registros oncológicos disponíveis no portal da amostra do SNS indica que apenas os registros do câncer de registro e os números de 2021 (mais de 1,6 milhões) se aproximam dos números de pré-pandemia (mais de 1,7 milhões em 2019). Falta recuperar a quebra abrupta de 2020, quando houve menos de 116.000.

Nas mulheres com mamografia feitas nos dois últimos anos os valores ainda não foram alterados para o período da pré-pandemia, o período mesmo no caso das mulheres com a mesma data que não foi possível citologia atualizada. No primeiro, em dezembro de 2021, eram 627 mil (818 mil caso em 2019) e no segundo cerca de um milhão (1,2 milhões em 2019).

No início do necessário, o diretor do Programa Nacional de Doenças Oncológicas estima ser realizado anualmente mais de 1,2 milhões de fevereiro, coloível do útero e colorretal para abranger mais de 90% da população elegível até 2025.

 

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