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Vacina da Pfizer é uma das que Portugal tem previsto comprar

13-11-2020 - Susana Salvador

Graça Freitas lembrou que as refeições são um "momento crítico para o contágio" e alertou para os pedidos de testes. "As pessoas não deviam tomar a iniciativa de pedir elas testes", indicou na conferência de imprensa. Há mais 4096 casos em Portugal e um recorde de 63 mortes.

Adiretora-geral de Saúde, Graça Freitas, mostrou-se esta tarde animada com os resultados provisórios da Fase 3 dos ensaios clínicos da vacina para a covid-19 desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech. "Se se vier a verificar que a sua efetividade é da ordem dos 90%, será das melhores vacinas que teremos", disse numa conferência de imprensa.

Graça Freitas lembrou que a vacina da Pfizer é uma das que Portugal tem previsto adquirir, junto com a União Europeia, restando saber a quantas doses terá direito. "Portugal está nos mecanismos europeus para a aquisição de vários tipos de vacina, de várias marcas, e esta é uma daquelas que o nosso país tem previsto adquirir", indicou.

A Pfizer anunciou que a sua vacina terá uma eficácia superior a 90%. A diretora-geral lembrou que, mesmo as vacinas usadas atualmente para outras doenças, nem todas têm essa eficácia.

O último boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral de Saúde aponta para um número recorde de mais 63 mortes por covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, assim como mais 4096 casos de infeção.

Serviço de cuidados intensivos Neurocríticos do Hospital de São João, no Porto

Graça Freitas recordou que as refeições são um "momento crítico para o contágio", quando se sabe que o aumento do número de infeções ocorre em ambiente familiar. "É muito bom conviver com as nossas famílias, mas o momento das refeições é um dos de maior risco", indicou.

Neste momento, as estimativas apontam para que "cerca de 68% a 70% dos casos ocorrem através de convívio familiar ou de convívio social", afirmou. "É um momento de grande descontração, de grande proximidade e obviamente, não estamos a usar máscara e, portanto, é um momento crítico para o contágio", salientou.

Sobre os testes, a diretora-geral pede às pessoas para terem disciplina. ""Os testes são pedidos e aconselhados sempre que são necessários. Portugal testa muito e testa desde o início. As pessoas não deviam tomar a iniciativa de pedir elas testes", disse na conferência de imprensa, indicando que "não é de todo aconselhável fazer testes para o que for sem prescrição médica".

Fonte: DN.pt

 

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