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O medo que se instalou na sociedade portuguesa está a causar mais mortes que o “COVID 19”

01-05-2020 - Eugénio Rosa

Neste estudo com o titulo “O MEDO QUE SE INSTALOU NA SOCIEDADE PORTUGUESA ESTÁ A CAUSAR MAIS MORTES QUE O “COVID 19” DEVIDO À FALTA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA AO QUE NÃO SEJA “CORONAVIRUS”, A RIQUEZA QUE NÃO É PRODUZIDA NO PAÍS E É PORTANTO PERDIDA, A PERDA DE REMUNERAÇÕES PELOS TRABALHADORES, OS ENCARGOS DO ESTADO E DAS EMPRESAS, E A PERDA DA RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES PELA SEGURANÇA SOCIAL E DE RECEITA FISCAL PELO ESTADO” analiso a dimensão anual dos trabalhadores em “layoff” e suas consequências económicas e sociais, e também os efeitos do medo profundo que se instalou na sociedade portuguesa causado por uma comunicação social pouco objectiva (incompleta e desequilibrada) que, para ganhar audiências, só fala de mortes do COVID 19, e como considera que as do país não são suficientes para tal propósito junta as de todos os outros países do mundo, num massacre constante e diário desde manhã à noite repetindo até à exaustão o mesmo, quando o aumento de mortes causado por falta de assistência médica (milhares de cancros ficaram por detectar, e 300.000 consultas de médicos de família, 180.000 consultas hospitalares, 8.000 cirurgias, 30.000 mamografias, etc, deixaram de ser realizadas em Março e foram adiadas - EXPRESSO de 25 de Abril /2020) são certamente superiores às mortes causadas pelo “coronavírus” (segundo a Escola Nacional de Saúde Pública, ENSP, de 15 Março até 15 de Abril mortes acima do esperado atingiram 1255, enquanto as causadas pelo COVID foram 600), mas que, pelo facto da comunicação social as ignorarem, é como não existissem, bem como a tentativa de isolar e destruir os mais velhos com a justificação de os proteger.

Espero que este estudo possa ser útil para a reflexão e debate sobre situação actual pois é fundamental preparar o pais não só para enfrentar a actual crise de saúde publica, mas também para aquelas que certamente se verificarão no futuro, nomeadamente económicas e, consequentemente, também de saúde pública e para um tratamento mais correcto e respeitar os portugueses mais velhos a quem não se pode nem se deve passar um certificado de incapacidade pelo facto de terem mais de 70 anos, como faz o Decreto 2-C/2020, até porque muitos continuam a ser profissionalmente activos. Somos todos iguais mas também somos todos diferentes, é preciso não esquecer essa verdade elementar nestes momentos difíceis para todos.

Eugénio Rosa

Economista

 

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