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Cientistas descobrem forma de produzir em massa glóbulos vermelhos

02-06-2017 - Henrique Pratas

Na sociedade em que vivemos, não há só coisas más, também se descobrem coisas boas e não se descobrem mais porque não interessa a certos grupo de interesses, porque se não lá se vai o seu sustento e as fortunas que acumulam, mas mais tarde ou mais cedo caminharemos no sentido de colocar a visível a todas as pessoas aquilo que se andou uma quantidade de tempo a esconder.

Uma colaboração entre a Universidade de Bristol e o National Health Service Blood and Transplant (NHSBT), órgão britânico que regula as transfusões de sangue e doações de órgãos. As descobertas foram publicadas no Nature Communications.

Anteriormente, cientistas que queriam criar glóbulos vermelhos tinham de confiar em células estaminais. Mas nunca produziam grandes quantidades.

Agora, com esta nova descoberta, os cientistas conseguiram com que glóbulos vermelhos imaturos, que ao contrário de células maduras que produzem e morrem, produzissem glóbulos vermelhos "sem limite".

Isto permite a produção em massa de glóbulos vermelhos antes que as células maturem. "Isto permite uma produção em larga escala", diz o estudo.

"Antigas abordagens à produção de glóbulos vermelhos tinham como base as células estaminais, que apenas podem produzir quantidades limitadas", diz Jan Frayne, professor na Universidade de Bristol, de acordo com a CNBC.

Frayne, afirma também que existia uma necessidade global de se descobrir uma maneira alternativa de produzir glóbulos vermelhos, o que surge agora, necessidade cria o desenvolvimento.

Esta nova descoberta traz vantagens sobre, por exemplo, a doação de sangue, porque "reduz os riscos de transmissão de doenças", oferecendo assim uma alternativa.

"O primeiro uso terapêutico de glóbulos vermelhos produzidos vai ser provavelmente para pacientes com tipos de sangue raros porque doações convencionais podem ser difíceis de encontrar", afirma Dave Anstee, diretor do NHSBT.

Explica também que a ideia não é substituir a doação de sangue, mas sim "providenciar tratamento para grupos específicos de pacientes e criar alternativas à falta de sangue que muitas das vezes se faz sentir nos diferentes Países.

Deste modo vamos evitar que médicos produzam afirmações como eu ouvi e fiquei perfeitamente revoltado, pois quando trabalhei na Indústria Farmacêutica tínhamos um produto, que era o Trasylol, que administrado antes das intervenções cirúrgicas ajudavam a que o paciente não perdesse tanto sangue e o médico afirmou despudoradamente, que não compraria o medicamento porque ele era mais caro do que o sangue que o obtinha gratuitamente.

Depois de ouvir tamanha enormidade voltei-lhe as costas e vi-me embora, mas nunca mais me esqueci do que um médico-cirurgião tinha balbuciado, com médicos quem é que precisa de veterinários.

Henrique Pratas

 

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