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Questões Oportunas

Economia social vai ter uma confederação
01-12-2017 - Redacção

Este compromisso surgiu durante o Congresso Nacional da Economia Nacional, encerrado pelo presidente da Assembleia da República. Ferro Rodrigues mostrou -se satisfeito por ver o sector unido.

Oito entidades assinaram, o compromisso para a criação da Confederação da Economia Social Portuguesa até 31 de Março.

Um dos objetivos é vir a integrar a Comissão Permanente de Concertação Social, onde já têm assentos sindicatos e confederações patronais.

As organizações do chamado “terceiro sector” são responsáveis por cerca de 6% do emprego gerado no país – qualquer coisa como 250 mil postos de trabalho – e 2,8% da riqueza criada.

Durante o Congresso Nacional da Economia Nacional, o padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS) indicou quanto gera cada euro investido.

Por exemplo, “um euro investido nas IPSS gera, no mínimo, 2,46 euros de benefícios sociais”, afirmou.

O “terceiro sector” quer, por isso, participar na Concertação Social, mas primeiro é preciso que a Confederação da Economia Social seja criada e que seja aumentado o número de lugares da Comissão Permanente de Concertação Social, já que é garantido que nenhuma das confederações empresariais vai abdicar dos dois lugares que detêm.

As oito entidades que hoje assumiram o compromisso de criar a confederação – União das Misericórdias, das Mutualidades, das Instituições de Solidariedade Social, Confagri, CONFECOOP, Confederação das Coletividades de Cultura e Recreio, ANIMAR e Conselho Português das Fundações – mostraram-se assim, unidas, mas sem perderem a sua própria identidade.

Na opinião do presidente das Mutualidades Portuguesas, o rejuvenescimento do sector é imperativo.

No final do encontro, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, mostrou-se satisfeito por ver o sector, finalmente, unido e com uma só voz.

Esta é na minha opinião um avanço ao nível da Concertação Social, incluir as entidades que desenvolvem a sua atividade na área social, porque só assim se entende a dimensão dos problemas de cariz social que existem no nosso País, não basta comparar e estabelecer relações entre sindicatos e representantes das entidades patronais, faltava a inclusão desta vertente que na nossa sociedade abrange um largo número e representa um elevado número de pessoas e temos que obrigatoriamente conjugar todos os setores de atividade se queremos resolver este último.

Henrique Pratas

 

 

 

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