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Questões Oportunas

Famílias com filhos deficientes vão receber mais por mês
24-11-2017 - Redacção

Esta era das noticias que não se deveriam dar, nem constituir noticia, mas como apesar de vivermos onde a sociedade da informação se instalou a mesma não chega a todos e com o intuito de a fazer chegar a mais pessoas, atrevi-me a escrever sobre a mesma.

O n.º de famílias que são abrangidas por esta medida, prestação, são cerca de 13 mil beneficiários. O aumento resulta das negociações entre o Bloco de Esquerda e o Governo para o Orçamento do Estado para 2018.

As famílias com filhos deficientes vão receber mais 6, 4 euros por mês no subsídio por assistência de terceira pessoa, “um dinheirão”. O aumento resulta de negociações entre o Bloco de Esquerda e o Governo para o Orçamento do Estado para 2018.

Em causa estão 13 mil beneficiários da prestação que se destina a compensar as famílias com filhos, a receber o abono de família com bonificação por deficiência.

O Bloco de Esquerda sublinha que, na maior parte das vezes, as mães acabam por deixar o emprego para cuidar dos filhos reduzindo o rendimento do agregado.

“São famílias que normalmente a mãe se despede para poder cuidar do seu filho. Logo são famílias que empobrecem porque deixa de entrar um rendimento em casa. E nós focámo-nos nesta prestação precisamente por causa disso”, lembra o deputado Jorge Falcato que reconhece que ainda não é o ideal.

“A nossa proposta era mais generosa do que aquilo que foi conseguido, mas vamos ter um aumento de 6,4 euros por mês, quando no ano passado o aumento desta prestação foi de 51 cêntimos. É um avanço, não tanto como nós gostaríamos”, afirma do deputado bloquista.

Prestação para a inclusão alargada

A reivindicação já não é nova. O Bloco de Esquerda tinha pedido uma apreciação parlamentar da nova prestação social para a inclusão que entrou em vigor a 1 de Outubro deste ano.

Até agora podiam aceder a este apoio as pessoas entre os 18 anos e a idade legal de acesso à pensão de velhice do regime geral, com deficiência da qual resulte um grau de incapacidade igual ou superior a 60%.

O Bloco pedia que o acesso à prestação pudesse ser alargado a pessoas com mais de 66 anos. O deputado Jorge Falcato refere que a “solução encontrada pelo governo tinha falhas e agora na discussão para o Orçamento chegámos a acordo para as pessoas com mais de 66 anos de idade.”

Jorge Falcato acredita que se trata de corrigir uma injustiça: “uma pessoa com 64 anos podia ter acesso a esta prestação vitalícia que acumulava com a reforma. Quem tivesse mais de 66 anos e já estivesse na reforma, não tinha oportunidade de acesso a esta prestação.”

O deputado bloquista acredita que vai abranger muitas pessoas, reconhecendo que não é possível conhecer o universo potencial de beneficiários.

Tanta fogachada por um aumento de 6,4 € por mês, o poder é tão apetitoso, será que este é um valor digno para as famílias que se encontram nestas condições, claro que não, mas mais uma vez temos a baixa politica a funcionar, por um valor tão ridículo faz-se uma festança e chamam-se os órgãos de comunicação social para poderem afirmar fomos nós que conseguimos.

Que tristeza, quando é que saímos desta mediocridade…..

Henrique Pratas

 

 

 

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