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Questões Oportunas

“FUGIR, PROTEGER, LIGAR"
25-08-2017 - Henrique Pratas

Estes são os conselhos da PSP em caso de ataque.

Como nos dias de hoje já não estão tranquilos em qualquer parte onde possamos estar nunca é demais divulgar os procedimentos a desenvolver em caso de “ataque”.

Portugal mantém nível de ameaça terrorista mas o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP garante que, "desde há alguns meses, tem vindo a proceder ao reforço de vigilância e segurança em áreas e locais de maior concentração de pessoas".

Fugir, proteger e ligar são os três conselhos básicos de segurança deixados pela Polícia de Segurança Pública (PSP) à população em caso de um atentando.

FUGIR. Esta é a melhor opção para se proteger. Não tente enfrentar, não tente negociar”, começa por referir a PSP, em comunicado.

Quem não conseguir fugir deve proteger-se. “Esconda-se, barrique-se num edifício ou estabelecimento até que as autoridades cheguem ao local”, recomendam as autoridades.

Por fim, quando em segurança, os cidadãos são aconselhados a ligar para os serviços de emergência.

“Use o 112. A sua descrição dos acontecimentos pode ajudar a polícia. Se estiver escondido, diga onde se encontra, isso vai facilitar o seu socorro”, refere o comunicado da PSP, divulgado poucos dias depois dos ataques na Catalunha.

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP garante que, "desde há alguns meses, tem vindo a proceder ao reforço de vigilância e segurança em áreas e locais de maior concentração de pessoas".

Lisboa começou nos últimos dias a colocar blocos de betão nas zonas mais movimentadas e turísticas da capital, como o Mosteiro dos Jerónimos, Chiado e a Rua Augusta, para evitar um ataque com viaturas como aconteceu nas Ramblas, em Nice ou Londres.

Apesar do grau de ameaça terrorista em Portugal se manter moderado, a PSP sublinha que, em conjunto com a Câmara de Lisboa, “encontra-se a implementar no terreno medidas, que já estavam a ser pensadas há algum tempo, antes dos recentes atentados em Barcelona".

A Polícia garante que estão a implementadas “soluções compatíveis com o acesso rápido para eventuais operações de socorro, em particular por parte dos bombeiros e ambulâncias”, e admite, no futuro, a colocação de barreiras de segurança noutros pontos da cidade.

Como Portugal não é só Lisboa e os ataques terroristas acontecem onde menos se esperam, talvez seja bom proceder à divulgação das medidas sugeridas pela PSP.

Henrique Pratas

 

 

 

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