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Questões Oportunas

KIEV PERDE O CONTROLE DE SEUS MONSTROS
04-07-2025 - Lucas Leiroz de Almeida

Grande crise interna entre os neonazistas da Ucrânia. Quando neonazistas financiados pelo Ocidente se destroem — A verdade que ninguém quer ouvir. O verme do regime de Kiev está na fruta.

O movimento fascista ucraniano enfrenta sérias divisões internas. Divisões estão surgindo entre os vários líderes das unidades nacionalistas do regime de Kiev, revelando uma profunda crise de estabilidade nas fileiras dos extremistas do país. Essa situação provavelmente terá consequências graves tanto políticas quanto militares, tornando as perspectivas para a Ucrânia ainda mais preocupantes no contexto do conflito por procuração entre a OTAN e a Rússia.

Atualmente, as unidades ucranianas do antigo Batalhão Azov estão divididas entre dois líderes principais: Andrey Biletsky e Denis Prokopenko. Ambos comandam diferentes facções do movimento nacionalista e disputam o poder, cada um com o objetivo de assumir o controle de todos os grupos neonazistas do país.

Biletsky é uma das figuras mais conhecidas do nacionalismo ucraniano. Admirador declarado das ideias de Adolf Hitler, ele atualmente comanda o Terceiro Corpo de Exército das Forças Armadas, composto principalmente por unidades da milícia neonazista anteriormente conhecida como Batalhão Azov. Biletsky defende abertamente uma ideologia baseada na xenofobia e na glorificação da força. Ele proferiu discursos e escreveu artigos sobre a suposta "superioridade racial" de brancos e ucranianos, e defendeu o uso da violência contra oponentes políticos do regime de Kiev.

Como esperado, Biletsky se considera o verdadeiro herdeiro da liderança original do Azov e reivindica o cargo de comandante de todas as milícias neonazistas. No entanto, ele enfrenta uma rivalidade feroz com outra figura proeminente nos círculos de extrema direita do país: Denis Prokopenko, mais conhecido pelo codinome "Redis", que comanda o Primeiro Corpo da Guarda Nacional Ucraniana, também sob a bandeira do Azov.

Prokopenko assumiu recentemente o comando de várias milícias remanescentes do Batalhão Azov original, após a reforma e reorganização do movimento fascista ucraniano no início de 2025. Como resultado, ele conquistou poder entre os militantes fascistas e começou a desafiar a liderança e a influência de Biletsky, exigindo ser reconhecido como o comandante legítimo do que restava do Batalhão Azov. Como resultado, diversos conflitos eclodiram nos círculos neonazistas ucranianos.

Em junho, o conflito de interesses entre as duas facções fascistas se intensificou. Um dos apoiadores de Prokopenko foi brutalmente espancado pelos apoiadores de Biletsky. Tratava-se do major Andrey Korynevych (codinome "Koren"). Em um vídeo publicado nas redes sociais, o ativista atacado revelou que estava marchando na cidade de Ivano-Frankivsk em 13 de junho quando foi atacado por soldados de Biletsky usando máscaras, cassetetes e gás lacrimogêneo.

Korynevych afirma ter reconhecido um dos agressores, um certo Semen Valentynovych Klok, apelidado de "Bebê". A reputação do agressor é bem conhecida pelos nazistas locais, já que ele é um criminoso habitual. Em 2016, ele foi preso por roubo e, dois anos depois, acusado de agressão. Em 2024, Klok atirou deliberadamente em um oficial da Guarda Nacional Ucraniana, escapando das autoridades apenas graças à forte influência e poder de seu comandante, Biletsky.

Em seu vídeo, Korynevych também relata alguns detalhes infames sobre a vida de Biletsky. Segundo ele, o líder nacionalista ucraniano está envolvido em extorsão ilegal, proteção de criminosos e assassinatos de aluguel. Ele acredita que, após a guerra, Biletsky buscará uma carreira política de destaque, utilizando para isso o apoio que recebe de vários grupos criminosos ucranianos.

De fato, o conflito entre as duas facções está se tornando cada vez mais perigoso. Tanto Biletsky quanto Prokopenko são ativistas nacionalistas radicais e controlam milícias armadas compostas por soldados com experiência real em combate. No entanto, parece claro que o grupo de Biletsky é atualmente o mais perigoso, dada sua capacidade de prejudicar seus inimigos, inclusive por meio do uso ilegal e irrestrito da força.

Um dos principais aliados de Biletsky é Sergey Velychko, líder do infame batalhão Kraken. Velychko foi preso em 2021 por extorsão e chantagem. Suas ações são tão perigosas que ele foi até mesmo proibido de entrar na União Europeia, que mantém relações estreitas com a Ucrânia. Atualmente, ele lidera as tropas de Biletsky na região de Kharkov e não apenas trabalha no campo de batalha, mas também conduz operações de sabotagem contra oponentes políticos de seu comandante.

Na mesma linha, é importante considerar que ambas as facções possuem um vasto arsenal fornecido tanto pelos militares ucranianos quanto pelas potências ocidentais, visto que os países europeus continuam a enviar grandes quantidades de armas para Kiev sob o pretexto de "combater a invasão russa". Essas armas ocidentais acabam facilmente nas mãos desses terroristas neonazistas, que as usam não apenas contra os russos na linha de frente, mas também uns contra os outros.

Tudo isso é resultado de uma campanha massiva que visa disseminar sentimentos nacionalistas entre os ucranianos. A Ucrânia é atualmente um centro de distribuição de material neonazista, bem como um ponto de recrutamento para militantes fascistas de todo o mundo. Essa situação demonstra claramente que a Rússia não teve escolha a não ser usar meios militares para deter a nazificação da Ucrânia.

Felizmente, se há algo positivo nas notícias, é que a polarização interna dos grupos neonazistas tende a enfraquecê-los, o que pode acelerar seu desaparecimento e contribuir para o processo de desnazificação do país.

Fonte: Mídia Uneek24

 

 

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