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Quarta-feira 21 de Outubro de 2020  
Notícias e Opnião do Concelho de Almeirim de Portugal e do Mundo

Questões Oportunas

O NOVO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2021
16-10-2020 - Henrique Pratas

Eu já não gosto de escrever muito sobre esta matéria nem politicas porque o que se possa dizer esbarra sempre em mentiras ou aldrabices, cozinhadas a gosto e que em nada acrescentam às condições de vida dos portugueses.

Uma vez mais este Orçamento aprovado em Conselho de Ministros, está cheio de habilidades, inverdades e poderão ficar descansados que para o comum dos cidadãos não trará nada de bom, aliás se o mesmo vier a ser aprovado em sede da Assembleia da República eu estou convicto que lá para abril de 2021 o atual Governo cairá porque vai esgotar todos os expedientes que tem utilizado e as mentiras esfumam-se.

Os reformados e os trabalhadores sejam eles públicos ou privados não vão ser aumentados, antes pelo contrário vão ter um acréscimo na carga fiscal e o seu rendimento disponível diminuirá em termos globais, os que auferem maiores rendimentos continuarão a receber mais e aqueles que auferem rendimentos mais baixos continuarão a receber muito pouco, se fosse no tempo da “outra senhora” poderíamos afirmar que:” é a evolução na continuidade”, em tempos de regime supostamente democráticos poderemos escrever a mesma coisa dado que a riqueza está centralizada nos mesmos e nos novos-ricos resultantes do aproveitamento da instalação do regime democrático designado por “socialismo há portuguesa”, muito bem defendida por uma personagem que já não está entre nós, mas que eu acho que só ele é que sabia e conhecia perfeitamente este conceito, eu não sei o que é e penso que já não terei tempo para saber o que o mesmo significa, porque já não quero saber, não me interessa, estou completamente desinteressado do que ocorre nos meandros desta politica podre e nojenta que se instalou, onde os valores e os princípios faltam e abundam a mentira, o esquema, a aldrabice e o chico-espertismo.

Já não me apetece dar mais para este peditório e basta ver o que acontece com por exemplo organismos autárquicos, no caso vertente juntas de freguesia do mesmo concelho e cor politica, refiro-me ao PS, que não falam umas com as outras porque estão a aplicar taxas diferentes com o intuito de obter fundos para a campanha eleitoral que avizinha, isto é perfeitamente inqualificável e revela o que são os pequenos “turcos” que foram colocados politicamente no exercício de funções de menor relevância, mas que as concelhias lhes prometem se fizerem um “bom” trabalho, acenam-lhes com uma “cenoura” um bocadinho melhor e estas pessoas vão nisto, temos um sistema perfeitamente perverso e muito pouco democrático, tanto que criaram as oligarquias, do mesmo tipo do que aquelas que no passado tanto criticaram.

O caminho que estamos a trilhar há anos não é em meu entender o mais correto e agora não aproveitem o efeito do COVID-19, que serve de desculpa para tudo e para mais alguma coisa, a este propósito temos a pressão quer do primeiro-ministro deste País e do Presidente da República a afirmar todos os dias que não podemos deixar de aprovar o Orçamento, esta é outra atitude que considero antidemocrática, porque não vem mal nenhum ao Mundo se o Orçamento não merecer a aprovação dos partidos com representação na Assembleia da República, o mais importante seria debater os objetivos a que este se propõe, mas fazê-lo de uma forma ampla e clara e não de um modo pouco claro e transparente.

Termino como comecei, não quero mais escrever sobre isto porque no meu entendimento não vale a pena discutir o que já foi cozinhado previamente, com o envolvimento do Presidente da República, onde é que ficam a separação de poderes, estamos entregues aos “bichos”.

Lisboa, 14 de outubro de 2020

Henrique Pratas

 

 

 

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