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Preços das casas em Portugal disparam mais de 15% no final de 2018

15-03-2019 - Rodolfo Alexandre Reis

Os dados da Confidencial Imobiliário (CI) indicam uma aceleração no preço das residências face aos 12,8% verificados no final de 2017. Entre outubro e novembro do último ano os valores chegaram a atingir os 17%.

O preço de venda das casas em Portugal (Continental) teve um aumento de 15,4% em dezembro de 2018 face a igual mês do ano anterior, segundo revela os dados do Índice de Preços Residenciais, da Confidencial Imobiliário (CI), esta terça-feira.

Este indicador que acompanha a evolução dos preços efetivos de transação de habitação no país, mostra que este crescimento representa uma aceleração face aos 12,8% registados no final de 2017, mantendo uma tendência homóloga que se verificou ao longo do último ano.

Isto porque, entre abril e setembro o preço das residências situou-se entre os 15% e os 16%, ultrapassando a barreira dos 17% nos meses de outubro e novembro. Contudo, este desempenho homólogo dos preços em dezembro apresentou de acordo com a CI “um arrefecimento face ao mesmo indicador observado no mês anterior, quando foi atingida a valorização mais elevada em 10 anos (17,3%)”.

De uma forma geral os dados da consultora revelam ainda que o ano de 2018 “deu continuidade ao ciclo ininterrupto de cinco anos de valorizações homólogas (desde finais de 2013), o qual se intensificou fortemente desde meados de 2017, período a partir do qual os preços residenciais observam subidas homólogas superiores a 10%”.

Deste modo, os preços da habitação em Portugal registaram ganhos de 46% face a meados de 2013, ano em que atingiram o seu ponto mais baixo.

Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, sublinha que “após um ciclo de intensificação das valorizações como aquele a que temos assistido e considerando que esta é uma tendência que desde finais de 2017 se generalizou a todo o território nacional, as expetativas do mercado, por um lado, devido ao nível de preços que já se atingiu e que começa a ter, por parte da procura, alguma reação de cautela. Por outro lado, sendo a falta de oferta a grande base de sustentação desta subida, à medida que entrar novo stock no mercado, o crescimento tenderá a amenizar”.

Fonte: Jornal O Económico

 

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